Voltar ao blog O otimismo é a fé que conduz à conquista
Rui Terroso CEO
Rui Terroso - CEO |

O otimismo é a fé que conduz à conquista

  1. Nada se concretiza sem esperança.

 

Ser otimista é ser corajoso, porque o otimismo leva à ação, além disso, é a chave para enfrentar qualquer desafio ambicioso pois o caminho está sempre carregado de obstáculos.

 

Qualquer problema se pode transformar numa oportunidade se a pessoa conseguir encontrar argumentos para a esperança.

 

A esperança estimula e oferece sempre alternativas. Funciona como catalisadora. Só quando isso acontece se consegue chegar ao limite e dar tudo por tudo.

 

 

  1. Uma vida feliz não consiste na ausência de dificuldades, mas em ultrapassá-las.

 

A vida são problemas, sempre quando não são de um tipo, são de outro. Por vezes, trata-se de problemas pessoais e, por outras, de profissionais. Por vezes são problemas de casal e, por outras são com o chefe, com um cliente ou com um fornecedor.

 

Se não tiver problemas é porque não está a fazer nada, esse é o problema mais grave de todos. Por isso, só temos uma alternativa. Enfrentar os problemas para que possamos crescer e para que estes se tornem mais pequenos.

 

Os problemas diminuem à medida que ganhamos conhecimento e experiência de vida. Resolver problemas torna-se inteligente.

 

Se não o fizermos, aumentamos em tamanho porque os medos e inseguranças crescem também, além de provocarem outros danos colaterais. É um efeito dominó. 

 

 

  1. Não sou o único, mas sou alguém. Não posso fazer tudo mas posso fazer algo.

 

Por vezes esquecemo-nos de que o grande nasce pequeno, que o todo é constituído por partes, que a excelência é a soma dos detalhes, ou que uma equipa é a integração das complementaridades.

 

“O que move o mundo não são os braços potentes dos heróis, mas sim o conjunto de pequenos empurrões dados por cada trabalhador honrado.” Helen Keller

 

 

  1. Tudo se resume a isto: a forma mais fácil de ser feliz é praticar o bem.

Praticar o bem faz-nos sentir bem. E, além disso, resulta em benefício dos outros, pelo que todos ganham.

 

Praticar o bem é uma ação de pessoas inteligentes, não só do ponto de vista profissional – ajudar os outros consiste num ativo – mas também pessoal, pela paz interior que produz.

 

Quem não procede de forma correta – não faça aos outros aquilo que não quer que lhe façam a si – fica sempre com a pulga atrás da orelha pelo que lhe poderá suceder.

 

São pessoas que vivem em tensão, que encaram tudo como um jogo de soma zero – o que eu ganho é o que tu perdes – e que não sabem contemplar a vida com plenitude e abundância.

 

O karma existe, e as nossas palavras e ações para com outros, positivas ou negativas, retornarão a nós da mesma forma e com a mesma intensidade.

 

Somos imanes que atraem o que projetam. A palavra “karma” significa ação, e toda a decisão (movimentação) que fazemos, desde as palavras que pronunciamos aos olhares que lançamos, dão lugar a ações que evoluem (adicionam) ou que destroem (subtraem) na nossa vida.

 

 

  1. Anseio cumpri uma grande tarefa, mas a minha obrigação principal é cumprir pequenas tarefas como se fossem grandes e nobres.

 

Todo o trabalho realizado com compromisso, atenção aos detalhes e aspiração a servir é uma arte que se repercute de forma decisiva na qualidade final de qualquer produto ou serviço.

 

Não é fantástico chegar a um hotel e ser recebido pelo rececionista com um sorriso? Não é fantástico estrar num restaurante e ser atendido de forma calorosa? Não é fantástico telefonar para um call-center e receber uma resposta educada?

 

Ser rececionista, empregado de mesa ou telefonista podem parecer trabalhos simples à primeira vista, mas não são. São arte.

 

 

Martin Luther King afirmou:

“Se um homem for chamado para varrer as ruas, deve varrer tal como Miguel Ângelo pintava, Bethoven compunha ou Shakespeare escrevia. Deve limpar as ruas de forma tão perfeita que faça os moradores do céu e da terra parar para dizer: Aqui vivia um grande varredor que fazia bem o seu trabalho”

 

Aliás a vida funciona sob a forma lei do crescimento: tudo o que se faz delineia o futuro para o bem e para o mal, pelo que a melhor forma de ter futuras oportunidades é aproveitar as oportunidades do presente.

 

 

  1. A segurança é, acima de tudo uma superstição. A vida ou é uma aventura arrojada ou não é nada.

 

A vida para ser vida tem de ter desafios – cada qual com as respetivas doses – de outra forma, torna-se insípida.

 

Qualquer desafio implica certos riscos, e o risco é sinónimo de coragem, e a coragem está associada, de forma inevitável às derrotas. Nem sempre as coisas correm bem.

 

O importante é aprender com os erros e errar pequeno para acertar grande, o erro deve ser assumido, repensado para se poder acertar novamente.

 

As cicatrizes também têm o seu encanto e dão forma e identidade a quem somos. Se se atreve, cresce sempre, ainda que doa. Se não se atreve, retrocede, ainda que não queira. 

 

Não há meio termo. A segurança costuma fornecer uma calma impassível que, aos poucos se transforma em tédio, estagnação e frustração.

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