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Rui Terroso CEO
Rui Terroso - CEO |

O meu propósito – Living Tours

O propósito não é algo que surja como uma ideia ou um objetivo e se vá atrás, encontra-se no nosso passado, quando se observa as opções e decisões tomadas ao longo dos tempos, está no nosso ADN.

 

É aquilo que nos motiva e é por ele que vivemos e lutamos ao longo da vida é quem nos traz alegria, felicidade e energia. Temos que ouvir e ver os sinais para encontrar o propósito profundo de cada um.

 

“Quando olhamos para o passado tudo faz sentido! Portanto durante a nossa vida devemos confiar no facto de que nada acontece por acaso”

Steve Jobs

 

Sempre tive o desejo de ser empreendedor, desde sempre tive a vontade de criar a própria empresa, talvez pela influência do meu pai um empreendedor nato, sempre em busca dos seus projetos e sonhos!

 

Sem recursos, fundou uma empresa bem-sucedida até aos dias de hoje e sempre com um lado humano muito presente com os colaboradores, fornecedores e clientes! Quando p.e. o meu irmão mais velho casou, muitos dos convidados eram colaboradores, clientes e fornecedores uma verdadeira família para ele.

 

Da minha mãe recebi a resiliência, resistência e superação, “quando queres algo tens de ir atrás e não desistir” ou “quem quer a bolota trepa” uma afirmação que ouvi toda a minha infância.

 

 

Sempre que passava de ano letivo, durante todo o ensino, incluindo faculdade, ouvia sempre a mesma frase: “não fizeste mais que a tua obrigação, é para isso que lá andas” e era verdade, era o meu objetivo naquele momento, estudar e fazer a minha formação.

 

Realidades que me ensinaram o poder dos princípios, foram de extrema importância para nunca ter desistido dos meus objetivos e projetos.

 

 

Os descobrimentos portugueses, desde a escola primária me fascinaram, sempre tive o desejo e ambição de “quando for grande quero viajar e conhecer o mundo”, conhecer novas culturas e novos povos, está na essência dos portugueses como prova a nossa história.

 

Recordo-me que, com 5 anos tive uma tia avó que vivia em Lisboa e numa vinda ao norte perguntou-me se queria ir com eles para umas férias em Lisboa, estávamos no início do verão e as férias duravam 3 meses. Eu era muito pequeno, mas fui tão convicto na resposta que ela pediu aos meus pais. Inicialmente disseram-lhe que não seria boa ideia, pois se iria arrepender, quando eu chegasse lá iria chorar dia e noite e teriam de me trazer de volta, na altura demorava-se quase um dia para chegar a Lisboa pela estrada nacional 1.

 

Como eu queria tanto e devo ter demonstrado tanta firmeza, arriscaram! Só me custou passar a primeira noite, depois seguiram-se três meses de férias entre Lisboa e o Algarve, com apenas 5 anos e deslumbrado com as novidades era preciso ser ela a pedir-me e incentivar-me para escrevermos a dar notícias aos meus pais.

 

Para mim a novidade, a ânsia pelo conhecimento, outras formas de viver e outras culturas, a capacidade de adaptação sempre foram naturais, o correr riscos, lidar com outras pessoas e com o desconhecido, o ir á aventura sempre estiveram no meu ADN e claro agarrar as oportunidades!

 

Das artes marciais e especificamente do kickboxing, na adolescência, absorvi a disciplina, o autoconhecimento, uma filosofia que nos ensina a cair, reerguer e a ter um profundo respeito pelo adversário, muito útil na vida das empresas e do empreendedorismo. Estimula a capacidade de concentração, paciência, controlo emocional, autocontrolo e a aprendizagem com as vitórias e derrotas

 

 

O Turismo surgiu quando igualmente no penúltimo ano da faculdade em Gestão (um objetivo para poder ser empreendedor), decidi aperfeiçoar o meu inglês num colégio em Dublin na Irlanda e fui viver para casa de uma família nos arredores de Dublin.

 

Apanhar diariamente o autocarro para o colégio bem cedo era um deslumbramento, observar as pessoas com a cultura de leitura logo pela manhã, acho que era o único sem essa prática que rapidamente adquiri. O Colégio ASPECT ficava ao lado do The Temple Bar, ponto de encontro com amigos no final das aulas e do Hotel do Bono Vox The Clarence Hotel.

 

 

Foi em Dublin que tive o meu primeiro contacto com o turismo de alguma expressão, como autocarros turísticos, visitas guiadas e tours a pé e em bicicleta.

 

Dado o meu gosto por viajar, pela aventura, pela sede de conhecimento associado ao meu Nacionalismo e Patriotismo, inspirado pela nossa época áurea dos descobrimentos, ficou a ideia no subconsciente, que foi trabalhada ao longo dos anos seguintes até 2004.

 

Quando terminei a faculdade, dada a vontade de empreender tornei-me sócio da Associação Nacional de Jovens Empresários, local aliás, onde se realizaram as primeiras entrevistas da equipa Livingtouriana, dado a sede inicial ser na sala de minha casa e não ter um espaço para receber candidatos ou realizar reuniões.

 

Descobri nessa altura que havia um programa na ANJE, chamado JEEP - Jovens Empresários de Elevado Potencial em que para além de formar futuros empreendedores, ofereciam um prémio no valor de 50.000€ para empreender e ajudar a colocar o projeto em prática, ao qual me candidatei e fui aceite!

 

Era um programa bastante rigoroso e exigente a nível físico e psicológico, tinha a componente teórica que abrangia um pouco de todas as áreas de um negócio.

 

A parte prática consistia em levar-nos para um terreno de montanha, onde estivemos numas instalações da delegação nos Arcos de Valdevez.

 

Durante uma semana eramos levados à exaustão ao extremo das nossas capacidades e conseguir ou tentar gerir no limite problemas e conflitos, que nos eram colocados.

 

Autênticas cobaias, sempre observados por psicólogos. O objetivo era tentar reproduzir e aproximar ao dia a dia da vida empresarial e do mundo real do empreendedorismo.

 

Lembro-me de algumas atividades bastante duras: como sermos acordados a meio da noite para fazermos provas de orientação noturna pela mata no escuro e em terreno desconhecido.

 

Outra atividade marcante foi após um dia intenso de provas e atividades de canoagem, provas de esforço entre outros. Após duas horas dormidas, acordaram-nos e entregaram-nos um texto para em 30 minutos estarmos a representar em palco uma peça de teatro com a pessoa com quem mais conflitos tivemos ao longo do dia. Chegar a um consenso com aquela pessoa sem dormir, sob pressão era realmente surreal e desesperante.

 

Infelizmente, nesse ano, não chegaram verbas de comparticipação da Europa, não tendo sido possível atribuir o prémio nem definido o vencedor! Mas foi uma excelente Escola para a minha vida empreendedora. E a quem fiquei muito grato.

 

Nem tudo estava perdido, após ter terminado o programa foi-me proposto ir para o Brasil, gerir a ANJE Brasil em Fortaleza, um centro empreendedor e de Formação empresarial.

 

Seguiram-se os piores 15 dias da minha vida para tomar uma decisão, pois a proposta para quem tinha acabado de sair da faculdade era irrecusável, foi uma decisão mesmo muito difícil de tomar!

 

Foi novamente o meu propósito que falou mais alto, porque queria empreender e não me queria desviar do meu objetivo.

 

Para não me lamentar e não pensar mais no perdido, inscrevi-me e frequentei um MBA na Atlântico Business School

 

 

Terminado o MBA tinha 3 ideias de negócios definidas e planos de viabilidade financeiros elaborados, para empreender e fazer acontecer:

  1. Plataforma Online de distribuição de vinhos B2B e B2C;
  2. Distribuição de Jornais e revistas porta á porta – modelo de assinaturas;
  3. Empresa de visitas guiadas (o turismo era residual no Porto);

 

O meu propósito de orgulho e patriotismo por Portugal impõe-se e a decisão foi de criar uma empresa de visitas guiadas ao património histórico cultural para poder mostrar ao mundo o que de melhor temos, somos e sabemos fazer em Portugal e mais tarde estendido a toda a Península Ibérica.

Foi de todos talvez a escolha mais difícil de colocar em prática dada a escassez do turismo na altura, o turismo no Porto era residual.

 

Assim surge a Living Tours inicialmente Living in Portugal, de viver e sentir Portugal e onde tudo foi inspirado, em Portugal e nos descobrimentos portugueses, como as cores da bandeira e a mascote “o galo de Barcelos” símbolo internacional de Portugal.

 

   

 

A nossa Missão ou O que Fazemos na Living Tours!

Inspiramos o mundo a viver experiências autênticas

 

A nossa Visão ou Como Fazemos na Living Tours!

Somos o Anfitrião perfeito a contribuir para o enriquecimento humano

 

Onde queremos chegar na Living Tours?

Ser a Melhor Oferta Turística de Portugal e Espanha

 

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