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Rui Terroso CEO
Rui Terroso - CEO |

Cultura empresarial forte e o sentimento de pertença

  1. O mais importante para um grupo de pessoas que trabalham juntas é a cultura, os valores que possuem e como trabalham juntas em função desses valores.

Ter uma cultura forte fornece o sentimento de pertença e comunidade, e é útil, de forma crucial, quando chega a hora de unir forças, de permanecer unidos e de remar na mesma direção.

 

Conhecer, interiorizar e sentir o amor à camisola é essencial para o compromisso das pessoas que integram uma organização.

 

Sem paixão, compromisso a excelência não é possível. E sem excelência é difícil obter resultados recorrentes.

 

 

  1. Quase tudo de bom é produzido quando existem grandes pessoas a trabalhar numa grande cultura.

Selecionar as pessoas adequadas é vital.

 

Tudo o que acontece numa empresa é resultante dos comportamentos humanos das pessoas que a integram. As pessoas são a marca da empresa. Por isso, obter as pessoas adequadas é fundamental. Contratar bem porque contratar mal dá origem a muitos problemas. E contratar bem pressupõe afiliar pessoas que:

 

  • Tenham boa atitude: para com o resto da equipa, em relação aos erros, em relação à aprendizagem, para com o cliente e com a empresa;
  • Se responsabilize pelo resultado do seu próprio trabalho: que cada pessoa seja condutora e não copiloto da sua própria carreira e da sua vida;
  • Que compense as próprias fraquezas: não se pode ser bom a tudo porque não há tempo para o ser. Pelo que não resta outra opção senão procurar pessoas que se complementam umas às outras nos seus talentos;

 

 

  1. Precisamos de pensamento independente, pessoas que não estejam de acordo para alcançar a inovação. Enfrentar com abertura total a procura pela excelência.

Queremos que as pessoas com quem lidamos digam mesmo o que pensam e que escutem aquilo que os outros respondem, para que desta forma se encontre o que for melhor para a empresa.

 

Se todos pensam da mesma forma é porque ninguém pensa muito. É submissão. Ninguém sabe tudo e ninguém tem sempre a verdade do seu lado.

 

 

A inovação surge da diversidade, do cruzamento, fricção e interseção de coisas diferentes. A diversidade, quando bem trabalhada, gera progresso. E diz-se bem trabalhada, porque a relevância não está na diversidade, mas sim na gestão da diversidade, uma vez que a diversidade gera sempre conflito. Não é o conflito que é mau, mas sim a má gestão do mesmo.

 

Onde houver diferenças sempre haverá conflitos, e os conflitos bem geridos são uma fonte de crescimento. Numa equipa, se não existirem conflitos aparentemente, é indicativo de uma tranquilidade fictícia – talvez fruto da submissão e do medo – que é perigosa e que pode explodir a qualquer momento.

 

Deve-se procurar a sintonia do que é verdadeiro e sobre o que fazer com o mesmo. Ser assertivo e manter uma mente aberta. Os conflitos são pessoais porque determinam os nossos princípios e resolvem as nossas diferenças.

 

 

  1. Estar numa equipa vencedora é tornar-se vencedor, e isso não tem preço.

 

Não há nada mais estimulante para o crescimento pessoal do que fazer parte de uma equipa com alto rendimento.

Nas equipas vencedoras produzem-se sinergias surpreendentes e o potencial de cada individuo estende-se ao máximo. O ambiente é a terra na qual nos cultivamos, e, se o terreno não é fértil, é difícil que a fruta saia doce.

 

Todos somos produto do nosso ambiente, e não é fácil encontrar ambientes vencedores. Quando se encontra, não se deve deixar passar essa oportunidade e espremê-la ao máximo.

 

 

  1. É um luxo combinar a paixão com a contribuição. É também um caminho muito claro para a felicidade.

 

Procurar algo mais que um trabalho, procurar como deixar uma pegada no mundo. As coisas irão correr-nos melhor e seremos mais felizes a trabalhar por algo mais do que um salário.

 

Encontrar o nosso propósito é a chave para uma vida mais plena é perceber em que medida o nosso trabalho contribui e tem um impacto nas pessoas.

 

Nelson Mandela dizia: “O que conta na vida não é o mero facto de ter vivido. São as mudanças que provocamos nas vidas dos outros que determinam o significado da nossa.”

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