Voltar ao blog Aprender com os erros e ser cautelosos com o excesso de confiança
Rui Terroso CEO
Rui Terroso - CEO |

Aprender com os erros e ser cautelosos com o excesso de confiança

  1. Errar faz parte do processo. Tanto o bom como o mau fazem parte da equação para o sucesso.

 

Não existem caminhos diretos no mundo empresarial e no desenvolvimento pessoal. Os desafios tornam a vida interessante e ultrapassá-los dá-nos significado.

 

  1. Os erros são bons porque considero que a maioria da aprendizagem advém de cometer erros e refletir sobre os mesmos.

 

Enganar-se significa que está a tentar, e tentar algo é sempre um ganho porque é experiência, ainda que não saia bem à primeira. Quando aprendemos a andar também caímos muitas vezes até o conseguir fazer, é talvez o primeiro grande ensinamento da natureza humana.

 

Vale a pena porque os erros são a base da aprendizagem, e a aprendizagem é a base para fazer melhor as coisas, e fazer melhor as coisas é estar mais próximo dos nossos objetivos. Sem erros e sem aprendizagem nada de mágico acontece na vida.

 

Uma cultura empresarial de sucesso aceita cometer erros, mas inaceitável é não os identificar, analisar e não aprender com os mesmos. As mentes inovadoras cometem erros. É importante aprender a amar os nossos erros. Aprender com os mesmos e mudar o rumo após analise dos mesmos.

 

 

  1. Aprendi que da Verdade não há nada a temer. O fracasso deve-se em grande parte, a não aceitar nem lidar de forma bem-sucedida com as realidades da vida.

 

E qual é a verdade? Reconhecer os erros, ser honesto em relação às nossas fraquezas, transparentes nas nossas opiniões e jamais ocultar os problemas existentes.

 

Só a partir desta postura se torna possível emendar, corrigir, reforçar e melhorar. O inverso estanca-nos, atrasa-nos e desgasta-nos.

 

 

A curto prazo podemos passar à frente, mas mentir-se é prolongar um fracasso, porque a verdade acaba sempre por vir ao de cima e, por norma, quando já temos pouca margem de manobra para reagir.

 

  1. Devemos ser cautelosos com o excesso de confiança e sentirmo-nos cómodos com o não saber.

 

A característica mais importante que diferencia as pessoas bem-sucedidas das que não são é a capacidade de aprender e de se adaptar.

 

A confiança pode levar ao fracasso quando não é gerida de forma oportuna e torna-se em arrogância.

 

As circunstâncias do mercado mudam cada vez a maior velocidade e isso deve levar-nos a ser prudentes.

 

Saber que não se sabe leva-nos a questionar, a compensar faltas, a continuar a estudar ou a pedir ajuda, todas elas questões imprescindíveis para se manter na ribalta.

 

 

Como diz Ingvar Kamporade, o fundador do IKEA:

“O veneno mais perigoso é o sentimento de conquista. O antidoto está em pensar todas as tardes que se pode fazer melhor no dia seguinte.”

 

Com o sucesso é sempre preciso ter cuidado, porque a vitória desfalece e ninguém está livre dos seus efeitos. Quanto maior o sucesso, maior deve ser a humildade.

 

 

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